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Qual o verdadeiro impacto das sacolas plasticas?

Nos últimos anos, só ouvimos falar que as sacolas plásticas são uma grande ameaça ambiental e que é preciso evitá-las. Várias cidades do mundo (inclusive na América Latina) já proibiram sua distribuição e uso para embalar compras. É verdade que as sacolinhas plásticas não são biodegradáveis, que demoram centenas de anos para se decompor e que geram muitas das partículas da grande mancha do Pacífico. Entretanto, elas não representam a maior parte do lixo de uma residência. Readmore...

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Por que acontecem os raios e trovões

CRIANÇAS empinam papagaios em completa segurança. Benjamin Franklin empinou um e podia ter-se matado. As crianças se divertem. Franklin vivia perigosamente. Em 1752, fez voar um papagaio de seda durante uma tempestade de raios e trovões e obteve faíscas duma chave. As faíscas inofensivas poderiam ter sido um raio fatal. Em vez disso, o vôo do papagaio levou a um fim feliz - a invenção do pára-raios. Mas, muito tempo depois, o próprio relâmpago permaneceu um mistério.Readmore..

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Por um brasil com menos impostos

Você sabia que o brasil é o pais com maior imposto do mundo? pois é. Se você ficou com raiva porquê queria comprar um produto, como um iPad2,iPhone ou um Xbox360, e foi reclamar com o gerente da loja do preço, pense bem antes. As lojas colocam o preço de acordo com o que lhes custou para comprar,mas eles precisam ganhar dinheiro , então a culpa não é da loja, a culpa é do governo. veja a seguir o vídeo de @felipeneto que eu re- postei em minha conta do youtube, com todos os devidos créditos.Readmore...

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quarta-feira, 6 de abril de 2011

A evolução dos navegadores

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Quanto um navegador pode mudar em menos de três anos? O Google Chrome tem provado que esse período é suficiente para uma série de aperfeiçoamentos que podem tornar a experiência dos internautas mais rápida e agradável.
O browser desenvolvido pela Google chegou ao mercado em 2008, com a promessa de ser mais veloz e intuitivo do que a concorrência. O resultado dos investimentos da gigante de Mountain View foi bem recebido pelos usuários.
Depois de 16 meses do seu anúncio oficial, o Chrome já detinha 4,63% do mercado de navegadores – marca não alcançada por browsers bem mais antigos, como o Opera, criado em 1994. Desde então, o produto da Google não parou de crescer.
De acordo com estudo da Net Marketshare, entre maio de 2010 e março de 2011, ele saltou de 7,04% para 11,57% do total das pessoas conectadas no planeta. Outras pesquisas apontam que sua atuação é ainda maior, tendo participação em 13,89% dos acessos à internet.
O Chrome também caiu no gosto dos brasileiros, conquistando mais de 18% do mercado nacional – segundo levantamento do serviço StatCounter, no período de março de 2010 ao mesmo mês de 2011. Esse valor começa a incomodar o Mozilla Firefox, que vê seu adversário se aproximando cada vez mais pelo retrovisor!
A importância que o Chrome vem ganhando já reflete nos acessos do Tecmundo. No mês passado, 32,89% dos leitores usaram esse browser para conferir nossos artigos e notícias – ficando atrás apenas do Firefox com 33,69%. Isso revela que a atuação do navegador da Google continua crescendo e tem um grande potencial no Brasil.

Nasce mais um produto da Google

O Google Chrome teve sua versão Beta anunciada no dia 2 de setembro de 2008 com a divulgação de uma história em quadrinhos. A empresa resolveu desenvolver o seu navegador por entender que os browsers existentes não acompanhavam a evolução da internet.
 (Fonte da imagem: Reprodução página do Google Chrome)
Para a Google, os produtos da época foram criados para operar com páginas repletas de texto – característica que deixara de ser uma realidade. Os usuários já usavam a internet para ouvir música, assistir a vídeos, bater papo com amigos e familiares ou jogar games online. Em palavras mais contundentes, para a multinacional, os navegadores eram retrógrados e não satisfaziam as necessidades dos internautas.
A criação do Chrome levou em consideração o novo cenário da web, bem mais interativa e dinâmica que na época em que seus concorrentes haviam sido criados. O projeto do navegador foi elaborado com foco em velocidade, estabilidade e segurança.
Para isso, os programadores e engenheiros da Google adotaram duas tecnologias inovadoras: o Webkit (motor de renderização baseado no KHTML) e o V8 (recurso responsável por rodar o JavaScript com maior rapidez). A combinação dessas ferramentas é que tornou o carregamento e processamento das páginas mais velozes no Chrome.
Outro diferencial desse navegador foi o mecanismo para manter as abas em execução. Cada site ou serviço é mantido em operação independente, como se cada aplicação aberta estivesse em uma caixa separada. Assim, caso aconteça algum problema com uma das páginas visitadas, as outras não são afetadas – um método de estabilidade pouco explorado pelos navegadores na época.
Esse mesmo conceito de operações independentes oferece maior segurança ao internauta, isso porque as aplicações em execução não podem se comunicar, evitando o vazamento de dados e a ação maliciosa de pragas virtuais de uma aba para outra.
Aliado a tudo isso, o Chrome recebeu uma interface simples, mas que oferecia um visual mais limpo e compacto da área de navegação – aparência bem diferente do Internet Explorer 7 com suas largas barras de ferramentas e de título.

Os primeiros passos

Logo em sua versão de teste, o Chrome já surpreendeu. Em benchmarks realizados com sua JavaScript Virtual Machine, o navegador obteve a impressionante marca de 47 ms, sendo seguido pelo Firefox 3.0, com 293 ms; Opera 9.52, com 304 ms; e Internet Explorer 7, com 1082 ms.
Na primeira leva de atualizações, em dezembro de 2008, o browser da Google ganhou um gerenciador de favoritos e marcadores e uma poderosa ferramenta para o controle da privacidade de navegação. Inúmeras correções de falhas precisaram ser feitas, como a incompatibilidade com servidores de email e o erro de integração com o Windows Vista.
 (Fonte da imagem: Divulgação/Google)
No primeiro semestre do ano seguinte, o navegador chegou a sua segunda versão. Entre as principais modificações implementadas, estão o suporte para o recurso de autocompletar na barra de endereço, a exibição de tela cheia (o botão de atalho é o F11) e o aprimoramento das abas – oferecendo ao usuário a possibilidade de remover ícones e thumbnails (imagens em miniaturas).
Em setembro de 2009, foi lançado o Chrome 3.0. A versão ganhou novos motores de processamento em HTML e Java, resultando no aumento de 25% na velocidade em relação ao modelo anterior. Nessa versão, a Google esboça seu interesse no HTML5 adotando um suporte para a tecnologia. A personalização do browser com temas dos mais diversos estilos é outro recurso que chamou atenção nesse lançamento.

Entrando na briga, para valer!

Na transição da terceira para a quarta versão é que o Google Chrome mostrou para que veio. Conforme citado anteriormente, em pouquíssimo tempo de existência o navegador conseguiu atingir marcas expressivas. Em janeiro de 2010, o browser da gigante de Mountain View já assumia a terceira colocação na “corrida dos navegadores”.
No dia 25 desse mesmo mês, a multinacional liberou a quarta versão do aplicativo. O programa ganhou a sincronização dos favoritos e o suporte para extensões, além de uma infinidade de correções de falhas de segurança. A possibilidade de instalar complementos no navegador, assim como acontecia no Firefox, colocou o Chrome mais uma vez em destaque.

A quinta versão do navegador trouxe um vagão cheio de melhorias. As mais notórias foram o aumento de velocidade no processamento do JavaScript, a adoção de novos recursos em HTML5 (como a reformulação do gerenciador de favoritos), o controle de ativação dos plugins no modo privado de navegação, a integração com o Adobe Flash Player e o suporte para recursos de geolocalização.

Renovação no visual e na integração

O Google Chrome 6.0 incorporou ao sistema de sincronização as extensões e formulários de autopreenchimento. Todavia, o que mais chamou atenção foi a renovação na interface gráfica. O navegador trocou os tons de azul pelo cinza (sem falar no aumento de transparência), os botões de atualizar e parar foram “fundidos” e os menus perderam suas bordas. A aparência minimalista do Chrome roubou a cena e o ajudou a abocanhar mais uma fatia do mercado.
A sétima e a oitava atualizações trouxeram ao navegador da Google um recurso para realizar upload de diretórios inteiros para sites ou serviços online, um visualizador próprio para documentos em PDF, uma atualização para o analisador de HTML5 e o suporte para sua loja online de aplicativos, a Chrome Web Store.

Depois de um ano de muito trabalho para os desenvolvedores da Google, o Chrome se consolidou – de uma vez por todas – como um dos principais navegadores da história.

Um novo ano, uma nova versão

O ano de 2011 mal havia começado e a Google já anunciava mais uma atualização do seu browser. No início de fevereiro, o Chrome chegou a sua nona versão em ritmo acelerado. A adoção de um renderizador gráfico, com aceleração via hardware para exibir imagens tridimensionais na web, chamado WebGL, lançou novamente o Chrome na frente da concorrência.

Outra novidade apresentada nessa versão foi o Chrome Instant – ferramenta que permite a visualização do site enquanto se digita a URL. Em crescimento constante, o browser da Google começa a incomodar os adversários Firefox e Internet Explorer, alcançando entre 11% e 14% do mercado mundial.
Enfim, chegamos à atual versão do Chrome. A atualização mais recente do browser recebeu um novo modelo do V8, a página de configurações agora abre em uma nova aba (em vez de caixas de diálogos) e, depois de muitas reclamações referentes a falhas de segurança, um sandbox (clique aqui para saber o que representa esse termo) para o Adobe Flash.

Mais uma versão engatilhada

Nessa disputa acirrada pelo mercado de navegadores, a Google já tem uma bala na agulha com o Chrome 12 Beta, já disponível para download no Baixaki. A multinacional não tem limites de velocidade: com a reformulação do V8 (motor JavaScript) o navegador deve ter uma performance 66% mais rápida.
Caso sua máquina tenha uma placa de vídeo avantajada, você terá redução de até 80% do uso da CPU, graças à função de aceleração que se integra à placa gráfica. Essa notícia é extremamente pertinente para usuários de computadores portáteis, já que o novo recurso pode poupar energia.

No embalo da tecnologia 3D, a multinacional implementou uma ferramenta de aceleração gráfica tridimensional por meio do CSS, a qual permite que desenvolvedores criem efeitos em três dimensões em uma página da internet com mais facilidade.
A página de configurações recebeu um novo layout, tornando-se muito parecida com um site – incluindo campo de pesquisa. O suporte para aplicativos integrados ao HTML5 (como o API speech input) possibilita a transcrição de voz em texto. Ao enviar sinal de voz pelo microfone, os servidores da empresa transcrevem o áudio em texto e o exibem na tela do navegador.
A funcionalidade de seleção múltipla de abas é outro recurso que pode ter grande utilidade no dia a dia dos internautas. Ao que tudo indica, o browser ainda tem muita coisa a oferecer aos seus usuários


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Como a google ganha dinheiro

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Google domina a publicidade na web
Pesquisas, email, calendário, agenda, editor de texto e YouTube. É praticamente impossível navegar na internet nos dias de hoje sem deixar de passar por ao menos um serviço mantido pela gigante Google. Presente em praticamente todos os setores da web, uma de suas principais características é o fato de oferecer seus serviços ao grande público gratuitamente.
Entretanto, pare e pense um pouco. Se todos esses serviços que você consome são gratuitos, não importando o quanto você os utiliza, como a Google consegue transformar os seus acessos em dinheiro, a ponto de se tornar uma das maiores empresas de tecnologia do mundo e, segundo o instituto de pesquisa BrandZ, a marca mais valiosa do planeta?

De clique em clique

Anúncios e relevância. Essas parecem ser as duas palavras-chaves para definir o segredo por trás de um dos maiores impérios tecnológicos construídos na história da internet. Somente em 2010 o faturamento chegou à casa dos US$ 20 bilhões, com lucro líquido médio de US$ 2 bilhões a cada trimestre.
Mas se você não paga nada por isso, de onde vem o dinheiro? A lógica é simples. Além de ter criado um dos mecanismos de busca mais eficientes já existentes, o Google utiliza espaços publicitários para exibir anúncios de contexto sobre assuntos relacionados à sua busca.
No destaque, anúncios de contexto
Um exemplo: digite “floricultura Curitiba” na página de buscas. Note que, no topo dos resultados e, eventualmente, na lateral direita deles, você verá listada uma série de floriculturas e links comerciais. Para estarem presentes ali, os comerciantes pagam pelo espaço. Os valores iniciam a partir de US$ 0,01.
Cada anunciante pode determinar se quer pagar por exibição do anúncio ou apenas por clique. Os anúncios de contexto são vinculados a palavras-chave digitadas pelo usuário. Assim, não faria muito sentido exibir anúncios de floriculturas se o termo buscado foi “computadores”. O segredo está em cruzar os dados e potencializar as possibilidades de clique.

Todos ganham

Além dos anúncios de contexto serem exibidos nos resultados da busca, eles estão presentes em muitos outros espaços. Vídeos do YouTube, barra lateral e superior de sua conta do Gmail e mesmo em aplicativos para smartphones. Basta clicar para ser direcionado para o site do anunciante.
Anúncio de contexto no Gmail
Além disso, para os proprietários de sites e blogs, o programa Google AdSense é uma fonte alternativa de renda. Assim, a Google intermedeia a colocação de anunciantes em potencial diretamente nas páginas de um blog que, do contrário, dificilmente seria encontrado por grandes anunciantes.
Ao clicar em um anúncio de contexto em um blog, por exemplo, parte do valor pago pelo anunciante é destinado àquele que cede o espaço. Assim, quanto maior for o número de visualizações, potencialmente maior será o número de cliques e, consequentemente, maiores serão os ganhos de todos.

Investimentos em tecnologia

Embora a Google seja uma das empresas que oferta sempre o que há de mais inovador em termos de tecnologias, o formato publicitário adotado permanece o mesmo. A busca de novas ferramentas, e melhorias às já existentes, serve, prioritariamente, como uma forma de atrair cada vez mais usuários e fidelizá-los aos seus produtos.
Entretanto, embora a maior parte das receitas da empresa advenha desse formato, ele não é único meio pelo qual a empresa adquire capital. O investimento em novas tecnologias e a criação de produtos sob demanda para grandes empresas é outra vertente por onde a Google recebe diretamente.
Anúncio no YouTube
Funcionando como espécie de intermediário entre as soluções que o usuário precisa e os clientes em potencial que as empresas - de pequeno, médio e grande porte - pretendem atingir, a Google consegue, com sua plataforma, gerenciar de maneira eficiente cerca de 30% do volume mundial de anúncios veiculados na web.

Há espaço para crescimento?

Sim, há muito espaço. O formato, embora questionado por muitos proprietários de grandes sites, não dá mostras de esgotamento - pelo contrário. Com a ampliação da utilização de apps em televisores e também da exibição de conteúdo sob demanda para as TVs, as possibilidades de interação crescem.
Se a Google opta por atrair todo e qualquer tipo de anunciante, mesmo aqueles que estejam dispostos a pagar apenas US$ 100 por espaços publicitários em grandes sites, empresas como a Apple, por exemplo, seguem outras apostas.
Anúncio sobreposto em vídeo do YouTube
A plataforma iAd tem funcionamento similar, mas foco completamente diferenciado. Ela é voltada para peças mais interativas e diferenciadas exibidas, naturalmente, com um custo maior.
Em resumo, anúncio e relevância permanecem sendo os grandes diferenciais, independente da empresa que conduz a negociação. Aquela que melhor conseguir aliar resultado para os anunciantes e praticidade para os usuários certamente conquistará com facilidade a liderança do mercado. Pelo menos por enquanto, esse posto é da Google.
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7 Coisas que você não sabia sobre vírus

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As maiores pragas virtuais do mundoVocê se considera um verdadeiro mestre em segurança digital? Mesmo que a resposta seja “sim”, há muito sobre vírus e outros malwares (clique aqui e saiba tudo sobre esse e outros termos) que pouca gente conhece. Por isso, está na hora de conferir este artigo que o Tecmundo preparou para explicar a você, um pouco mais sobre esse curioso (e perigoso) mundo das pragas virtuais.
Confira as nossas dicas para conhecer um pouco mais sobre os arquivos maliciosos e saiba também que nem sempre basta possuir um antivírus atualizado e um firewall poderoso para estar completamente livre de ameaças.

1)Infecções não acontecem só com os outros

Não é difícil encontrar quem ache que as pragas virtuais só atingem os computadores dos amigos. Infelizmente isso é não é verdade, pois, como sabemos, todas as máquinas estão igualmente sujeitas a invasões ou contaminações. Por isso, é necessário que exista uma conscientização por parte dos usuários em relação às formas de utilização. Pode-se dizer até que alguns dogmas devem ser deixados de lado.

2) Mac e Linux também possuem vírus

Se você não utiliza o sistema operacional Windows, pode ficar um pouco mais tranquilo, mas isso não significa que descuidar completamente dos perigos existentes na internet é uma boa ideia. Dizer que o Mac OS X é invulnerável deixou de ser verdade há alguns anos. O mesmo se aplica às diversas distribuições do Linux, que podem ser muito estáveis, mas mas não são indestrutíveis.
Estima-se que aproximadamente 99% de todos os códigos maliciosos encontrados na internet foram criados para atingir o sistema operacional da Microsoft. O principal motivo para isso é a parcela de mercado ocupada pelo software (mais de 90% em todo o mundo), o que incentiva os crackers a encontrarem formas de burlá-lo.
Macs também são vulneráveis
É preciso lembrar que usuários maliciosos são movidos por seus egos. Quanto mais visível estiver o trabalho deles, mais satisfeitos ficam. Por isso há menos “glamour” em criar vírus ou outros malwares para os sistemas Mac e Linux. Com a crescente popularização destes, os perigos aumentam na mesma proporção.

Vulnerabilidades variam em cada SO

Como todos os sistemas operacionais são criados com suas próprias linhas de comando e outras peculiaridades, suas falhas também são únicas e não são repetidas em outros programas. Sabendo disso, ficam claros os motivos para que os vírus criados para Windows não sejam ameaças para outros sistemas operacionais.

3) Malwares vivem em ecossistemas

Pode parecer que os vírus são apenas arquivos sendo executados isoladamente, mas a verdade é outra. Vírus, trojans, worms e outros malwares trabalham de maneira complementar nos computadores. Por exemplo: um trojan armazenado em uma máquina pode ser ativado para que uma porta seja aberta. Assim, outras pragas podem entrar ou um cracker pode assumir o controle.
Outro tipo de invasão que ocorre com frequência pode ser exemplificada da seguinte maneira: arquivos maliciosos desativam apenas setores de firewalls, assim os computadores não emitem alertas de desativação da proteção residente e os crackers podem infectar os discos rígidos com mais vírus.

Eles vêm de muitos lugares

Já não é mais possível pensar que os vírus só são encontrados em páginas de conteúdo adulto ou ilegal, pois eles estão em todos os lugares. Hoje, um dos maiores disseminadores de pragas virtuais são os pendrives. Em faculdades, escolas ou empresas, pendrives são "espetados" em máquinas infectadas e assim começa uma "epidemia".
Infecções por pendrives
Não podemos nos esquecer dos emails contaminados, frutos de contas invadidas ou listas de contatos perdidas. Com eles são repassados milhões de arquivos ou links infectados, todos os dias. Ressaltamos: é extremamente importante tomar cuidado com todos os tipos de mensagens abertas e mídias inseridas nos computadores.

4) Computadores podem ser zumbis

Pois é, você não leu errado. Há um tipo de praga virtual conhecido como botnet, que transforma os computadores infectados em computadores zumbis. Essas máquinas podem ser controladas remotamente por crackers que desejam retransmitir informações para servidores remotos ou para despistar possíveis rastreios em casos de invasão de computadores ou sistemas.

5) Phishing é a nova ameaça

Depois do famoso vírus “I Love You”, surgiu uma enorme gama de novos malwares que também traziam nomes atraentes, o que estimulava os usuários a clicarem em emails contaminados. Hoje os arquivos maliciosos vivem um período semelhante, mas a onda do momento é a prática do Phishing.
Fonte da imagem: Symantec
É necessário tomar muito cuidado, pois esses arquivos maliciosos são distribuídos disfarçados, geralmente com um design muito parecido com o original. É muito comum que usuários mal-informados acabem clicando sobre os links que redirecionam para endereços infecciosos. Lembre-se sempre de que bancos jamais enviam emails com links para alteração de cadastro ou informações parecidas.

6) Não é recomendado possuir mais de um antivírus

Pode parecer que utilizar dois softwares de proteção contra vírus é uma ótima ideia, mas a verdade é justamente o oposto. Em vez de duplicar a proteção, há dois problemas muito grandes que são originados com essa prática. O primeiro deles é a possibilidade do surgimento de conflitos entre os aplicativos, resultando em brechas no sistema.
O outro é menos prejudicial para os sistemas operacionais, mas também pode incomodar bastante. Devido ao grande volume de informações sendo computadas, há uma sobrecarga da memória RAM e também do processador, o que pode originar lentidão nas máquinas e até mesmo alguns travamentos, dependendo do caso.

Há como verificar arquivos online

Você já teve a sensação de estar com o computador infectado? Depois de varrer todo o computador, o seu antivírus disse que não há problemas e mesmo assim você ainda teme pela segurança da máquina? Então está na hora de conhecer algumas ferramentas online que garantem uma segunda opinião para seu sistema.
Análises online
Com softwares de varredura online, é possível realizar uma verificação completa em seu computador, incluindo discos removíveis. Mas se a sua vontade é saber sobre algum determinado arquivo, a melhor escolha é o VirusTotal. Essa ferramenta (utilizada pelos analistas do Baixaki) verifica arquivos de até 100 MB com todos os principais antivírus da atualidade.

Atualizações são úteis

Você sabe para que servem as atualizações? É muito simples: quando um programa é desenvolvido, ele é criado com as aplicações de segurança necessárias para que os usuários sejam protegidos. O problema é que surgem novos arquivos maliciosos e então é necessário que as desenvolvedoras criem melhorias em seus sistemas: são as atualizações.
Isso não vale apenas para os antivírus, mas também para outros programas, principalmente aqueles que possuem conexão com a internet. Atualizando os aplicativos, você está evitando que várias brechas de segurança fiquem expostas em seu computador.

7) O melhor antivírus é você

Isso não deve ser novidade, afinal de contas, todas as dicas que demos neste artigo são relacionadas a cuidados na utilização. Mesmo assim, vamos ressaltar alguns pontos muito importantes. De nada adianta possuir antivírus poderosos se o usuário não os atualiza sempre que preciso. Também não adianta um firewall se não há cuidados com cliques.
Todo cuidado é pouco
Não é exagero dizer que nós somos os únicos antivírus realmente confiáveis que existem. Lembre-se sempre de seguir os passos de segurança para que você possa navegar tranquilamente pela internet. Mantenha sempre seus aplicativos atualizados e tome cuidado com o que visita. Sendo consciente, é muito difícil ser infectado (clique aqui para conhecer os piores hábitos que podemos ter na web).

Fonte do texto:
http://www.tecmundo.com.br/9465-7-coisas-que-voce-nao-sabia-sobre-virus.htm
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Estudantes criam braço mecânico controlado pelos pensamentos

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(Fonte da imagem: Universidade Ryerson)

Dois estudantes da Universidade Ryerson, em Toronto, desenvolveram um braço mecânico controlado por ondas cerebrais que usa ar comprimido para operar. Além de oferecer uma liberdade de movimentos maior em comparação com próteses tradicionais, o aparelho não requer que o usuário passe por cirurgias invasivas para ser utilizado.
Batizada como Artificial Muscle-Operated Arm (Braço artificial operado por músculos, em uma tradução livre), a prótese foi desenvolvida em parceria pelos estudantes de engenharia Thiago Caires e Michael Prywata. Embora o desenvolvimento do software usado tenha levado um ano, o protótipo mostrado foi construído em somente 72 horas.
Ao contrário de próteses tradicionais, que em geral exigem que o paciente passe por cirurgias que realinham músculos para serem utilizadas, a novidade não requer nenhum tipo de intervenção.
Um capacete é responsável por detectar os impulsos cerebrais que continuam a ser produzidos mesmo após a perda de um braço. Os sinais elétricos captados são enviados para um microprocessador localizado na prótese, que usa um banco de dados interno para interpretá-los – se o usuário pensa em abrir os braços, por exemplo, é isso que acontece.

Totalmente pneumático

Para realizar as operações desejadas, a prótese usa ar comprimido para estimular a expansão e contração dos músculos artificiais. O ar se origina em um tanque recarregável localizado no bolso do usuário, embora haja planos para movê-lo diretamente para o braço artificial. O uso desta tecnologia faz com que os custos de produção sejam reduzidos a US$ 20 mil, um quarto do valor das próteses tradicionais.
 (Fonte da imagem: Universidade Ryerson)
A próxima etapa do projeto é desenvolver um meio de movimentar os dedos da prótese de forma independente, adicionando a eles uma sensação de toque capacitivo. O software também deve ser aprimorado, adicionando funções que aprendem os hábitos dos usuários para obter um desempenho melhor.
Os desenvolvedores esperam que no futuro a ideia possa ser utilizada como uma extensão para cadeiras de rodas ou em aplicações militares. Além do braço mecânico, a dupla também investe no desenvolvimento de pulmões artificiais e um sistema não invasivo para tratar danos na espinha dorsal.
Fonte do texto: http://www.tecmundo.com.br/9450-estudantes-criam-braco-mecanico-controlado-pelos-pensamentos.htm


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terça-feira, 5 de abril de 2011

Kesslers kinigge

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Black eyed peas - Bow Bow Pow

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I gotta feeling - black eyed peas

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segunda-feira, 4 de abril de 2011

Os barbixas - improviso de ultimo aviso

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Coisas Engraçadas

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Quedas Extremamente engraçadas

Coisas Extremamente engraçadas
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Iron Weasel (Uma Banda Lá Em Casa)

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Bom Eu acho que esse são clipes otimos mas , todos tem sum opinião. então digam o que vocês acham






Da serie de tv uma banda la em casa , no disney xd
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